segunda-feira, 16 de maio de 2011

Diz "não" à violência! Participa



30 de Maio
11:00 Sessão de Abertura
Ana Paula Gonçalves, Presidente do Conselho de Administração
do Hospital de Faro, E.P.E.
José Maio, Director do Serviço de Pediatria do Hospital de Faro, E.P.E.
Raul Coelho, Coordenador do Núcleo Hospitalar de Apoio a
Crianças e Jovens em Risco do Hospital de Faro, E.P.E.
Conferência: A ARTE um recurso terapêutico com Crianças e
Jovens em Risco
Teresa Ricou ( Presidente e Mentora do Projecto Chapitô)
Local: Auditório do Hospital de Faro (inscrição obrigatória gratuita)
14:30 Oficina de Formação:
O papel da Segurança Social na assessoria aos Tribunais na
intervenção na Infância.
Maria do Carmo Brandão (Técnica Superior do Instituto da
Segurança Social, Chefe do sector da assessoria aos Tribunais)
Local: Auditório do Hospital de Faro (inscrição obrigatória gratuita)
Informação
Certificados de presença das oficinas de formação são entregues
no fim de cada actividade.

31 de Maio
11:00 Oficina de Formação:
Sigilo e Ética Profissional
André Botelheiro (Advogado, Assessor do Reitor da UALG)
Local: Auditório do Hospital de Faro (inscrição obrigatória gratuita)
14:30 Oficina de Formação:
Projectos de Desenvolvimento Local: Acções dirigidas à
Infância e Juventude.
Cristina Afonso (Técnica Superior do Instituto da Segurança Social)
Local: Auditório do Hospital de Faro (inscrição obrigatória gratuita)

1 de Junho
DIA MUNDIAL DA CRIANÇA
10:30 Oficina de Formação:
“Quebrar Silêncios…(re) construir histórias” - uma abordagem
terapêutica com Crianças e Jovens vítimas de abuso sexual
Patrícia Claudino (Psicóloga na equipa “Quebrar do Silêncio” - CAFAP;
Master em Arte-terapia Intermodal e Desenvolvimento Humano)
Local: Auditório do Hospital de Faro (inscrição obrigatória gratuita)
14:00 Actividades Lúdicas — Dia Mundial da Criança
• O Teatro no Hospital de Faro
• Grupo de Técnicos do Serviço de Pediatria
• Magia
• Lançamento de Balões
2 de Junho
11:00 Oficina de Formação:
Crianças e Jovens em Risco: que articulação?
Marta Chaves (Psicóloga , Coordenadora Regional da Acção da
Saúde para Crianças e Jovens em Risco)
Local: Auditório do Hospital de Faro (inscrição obrigatória gratuita)
14:30 Oficina de Formação:
Crianças e Jovens em Perigo: a parceria de uma CPCJ com a
Saúde... Uma experiência partilhada.
Conceição Rosa (Jurista, Presidente da CPCJ Faro)
Local: Auditório do Hospital de Faro (inscrição obrigatória gratuita)

3 de Junho
11:00 Oficina de Formação:
Afinal o Tribunal de Família e Menores não é um Papão!
Amílcar Martins (Procurador da República do Tribunal de Faro)
Local: Auditório do Hospital de Faro (inscrição obrigatória gratuita)

Inscrições limitadas
Devem ser efectuadas por correio ou telefone.
Não se aceitam inscrições por e-mail
Secretariado:
Teresa Alexandre
Praceta Azedo Gneco Bloco 17E, 1ºB, 8000 Faro
Contactos: 289 001 932 92-5482240
Fax: 289-001934
Comissão Organizadora:
Raul Coelho
Maria Rosa Machado
Helga Nunes
Fernanda Simões
Sónia Pimpão
Ana Solá
Teresa Alexandre
Apoio

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Direitos e deveres das crianças em discussão...


IV Colóquio: "Sujeito de Direitos... e Deveres - 20 de Maio


É uma entidade de natureza privada, de carácter particular, sem fins lucrativos e que tem sede no Hospital de Faro.



Objectivos:
- Organizar e apoiar todas as iniciativas conducentes a uma melhoria dos cuidados de saúde e bem estar do doente de Pediatria.
- Colaborar activamente na área social do hospital, em parti-cular no acolhimento, internamento, serviço ambulatório e assistência domiciliária ao doente de Pediatria.
- Promover e apoiar as iniciativas culturais e recreativas da comunidade que se destinem a beneficiar o Serviço de Pediatria do Hospital e os seus utentes.
- Promover o intercâmbio de conhecimentos técnicos e cien-tíficos entre os seus associados e outras pessoas interessa das pela saúde infantil.
- Contribuir para o desenvolvimento da educação e ensino em saúde infantil.
- Promover congressos, conferências, colóquios.


Para mais informações:
Serviço de Pediatria
Rua Leão Penedo
8000 - 386 Faro
Telefone: 289 001 922
Fax 289 001 924

sábado, 7 de maio de 2011

Não seremos todos, um pouco, responsáveis? - Estudo sobre comportamentos de risco entre os jovens em idade escolar - Parte III


Mas há várias boas notícias no estudo, sublinha Margarida Gaspar de Matos. Uma nota positiva é que se vem assistindo a um aumento crescente da escolaridade dos pais (que se situa no 2.º e 3.º ciclos) e outra é que "todos os miúdos têm computador e metade tem acesso à Internet em casa", o que coloca Portugal a par dos países europeus mais avançados nesta área.
O reverso da medalha deste último aspecto é o aumento do tempo passado em frente ao ecrã - quer do computador, quer da televisão - e o consequente sedentarismo e aumento de peso por falta de actividade física. Fazendo eco de muitos outros estudos que têm feito soar o alarme da obesidade infantil, os dados agora recolhidos confirmam a tendência: 18,8 por cento sofrem de excesso de peso ou obesidade. O consumo de tabaco e álcool continua a descer, mas o consumo de haxixe apresenta uma tendência de aumento, o que faz a coordenadora temer pelo "desinvestimento nas políticas de prevenção desta área". E há dois dados que persistem nos vários estudos e em que Portugal tem dos piores indicadores da Europa:
os jovens nacionais são dos que mais dizem sofrer de stress relacionado com os trabalhos de casa e são dos alunos que acham que os professores menos os acham capazes.



Muitos assistem a lutas no recreio e não fazem nada

Mais de metade dos adolescentes portugueses (59,4 por cento) referiram ter assistido a situações de provocação na escola, das quais cerca de metade ocorreu no recreio. Dos que dizem ter presenciado, cerca de dois terços referem não ter feito nada e terem-se afastado, 54,8 por cento não fizeram nada e ficaram a
ver e houve mesmo 10,7 por cento que incentivaram o provocador. Para a coordenadora do estudo, esta "é uma forma de violência pela passividade, os que assistem e não fazem nada ou até incentivam". "São - resume - os espectadores". Também a Internet pode ocasionar novas formas de violência (ciberbullying), mas a grande maioria (84,1 por cento) não se envolveu neste tipo de provocações. Nos que o fizeram, o
Messenger foi o meio mais usado, seguido das mensagens de telemóvel. Entre os que se viram envolvidos nestas situações, a grande maioria conseguiu ultrapassar o problema.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Não seremos todos, um pouco, responsáveis? - Estudo sobre comportamentos de risco entre os jovens em idade escolar - ParteII



Tentando compreender quem são estes miúdos, a equipa de investigadores constatou que os que fazem mal a si próprios são "uma minoria preocupante com vários comportamentos de risco": são quem mais fuma, bebe, consome drogas (nomeadamente cannabis), têm maior envolvimento em provocações, maior dificuldade em fazer amigos. Estes jovens ou acham-se muito gordos ou muito magros, sem que isto
corresponda a um índice de massa corporal real. São ainda os que mais têm pais que pouco ou nada sabem sobre os seus amigos, o seu tempo livre e para onde saem à noite. Por fim, "são os que mais frequentemente dizem estar tristes e não aguentar...".
Para a investigadora, "este é um comportamento que possivelmente tem vindo a aumentar sem que ninguém se tivesse apercebido". "Temos que estar atentos", diz, para ressalvar que, em países como Estados Unidos, Canadá e Finlândia, as prevalências andam entre os dez e os 15 por cento, não muito longe de Portugal.
O estudo, financiado pelo Alto Comissariado da Saúde e pela Coordenação Nacional para o VIH/Sida, defende que é preciso arranjar estratégias para ajudar estes jovens "a auto-regular-se do ponto de vista emocional sem recurso a "extras", quer virados para fora, como a violência, o consumo de substâncias, quer virados para dentro, como o magoar-se a si próprio, isolar-se, comer em demasia".

sábado, 30 de abril de 2011

Não seremos todos, um pouco, responsáveis? - Estudo sobre comportamentos de risco entre os jovens em idade escolar alerta...


Quinze por cento dos jovens magoam-se de propósito.


Estudo com 5050 adolescentes portugueses, com uma média de 14 anos, mostra que consumo de tabaco e
do álcool está a descer e o de haxixe a aumentar.
Os jovens costumam mutilar-se em partes do corpo não visíveis, diz estudo (Nelson Garrido)
É um fenómeno que tem sido detectado noutros países: há adolescentes que se magoam a si próprios com
pequenos cortes, pequenas queimaduras. No estudo sobre adolescentes portugueses que hoje, dia 14 de Abril, é
apresentado em Lisboa fez-se a pergunta pela primeira vez e a resposta deixou a coordenadora do estudo "assustada": 15,6 por cento referem "ter-se magoado de propósito nos últimos 12 meses, mais do que uma vez".
Em idas a congressos internacionais onde se falava destes comportamentos, Margarida Gaspar de Matos, a coordenadora do estudo português que é feito no âmbito da Organização Mundial de Saúde e em que participam mais 43 países, sempre achou que a realidade não afectaria Portugal da mesma forma. Mas, como sabia que era "um fenómeno geracional" em vários países, decidiu incluir perguntas sobre o tema no estudo dos comportamentos dos jovens em idade escolar, realizado no ano passado, e que já tinha sido
feito em 1998, 2002 e 2006. Os resultados, admite, surpreenderam-na. São 15,6 por cento os adolescentes dos 6.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade, com uma média de idades de 14 anos, que referem ter-se magoado de propósito nos últimos meses. Cerca de metade (52,9 por cento) disse tê-lo feito nos braços, 24,7 por cento nas pernas, 16,7 na barriga e 22,5 por cento noutros locais do corpo. A amostra é representativa desta população: foram inquiridos 5050 jovens.
"Magoam-se normalmente em sítios não visíveis", explica Margarida Gaspar de Matos, que dirige a equipa de investigadores da Faculdade de Motricidade Humana e Centro de Malária e Doenças Tropicais, em Lisboa. Trata-se de agressões autodirigidas que servem "como forma de auto-regulação emocional", sintoma "da dificuldade em gerir emoções". "São adolescentes que não conseguem lidar de outra forma
com o facto de estarem tristes, irritados, desesperados", continua.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A APPDA convida: Perturbações de desenvolvimento e do espectro do Autismo



Exmos. Senhores,

A APPDA-Algarve tem o prazer de apresentar uma conferência dirigida a
todos os profissionais que trabalham com crianças com Perturbações de
Desenvolvimento e do Espectro do Autismo, familiares destas e todos os
apaixonados pelo tema.

A Conferência intitulada "Da Detecção à Vida Adulta - Perturbações de
Desenvolvimento e Autismo", será realizada no dia 30 de Abril no
Auditório do Instituto Português da Juventude (IPJ), em Faro.

As inscrições são limitadas ao número de lugares do auditório, podendo
ser realizadas pessoalmente na sede da associação, através de e-mail
(info@appda-algarve.pt), fax ou telefone 282 431 476 / 964 662 596.
NIB: 0036 023 999 1000 243 5994

Junto em anexo, encontrará mais informações.

Atentamente,

Pl'a Direcção

Dra. Nélia Martins Capelinha
Psicóloga - APPDA Algarve
Rua Bento Jesus Caraça n.º 8, R/C Esq. 8500-570 Portimão
Telef./Fax: 282 431 476
info@appda-algarve.pt
www.appda-algarve.pt

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O Bullying em debate

WORKSHOP "Bullying - Estratégias e Intervenção"

A Bem Me Quero, vai promover no próximo dia 14 de Maio o Workshop "Bullying - Estratégias e Intervenção". Clique aqui para saber mais e preencher a sua ficha de inscrição!
https://sites.google.com/a/bmq.pt/workshops/

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Valorizar a diferença, construir o futuro...



Terminou no final de 2008 o projecto-piloto “Intervenção Precoce – Construção de Boas Práticas”, que acompanhou cerca de cem crianças de idade inferior a seis anos com problemas de desenvolvimento ou em risco, com vista a desenvolver a sua autonomia. O projecto foi, simultaneamente, responsável por um trabalho de capacitação das famílias daquelas crianças, para que pudessem assumir plenamente o seu papel na educação dos seus filhos e no apoio ao seu desenvolvimento, e pela realização de um estudo mais aprofundado que permitiu compilar algumas práticas recomendáveis em Intervenção Precoce, adaptadas à realidade portuguesa. Os resultados deste estudo foram apresentados numa conferência que se realizou a 10 de Dezembro de 2009, na Fundação Gulbenkian, e que contou com uma intervenção do Professor Don Bailey sobre a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, já ratificada por vários países pertencentes às Nações Unidas e recentemente ratificada por Portugal. Além de Bailey, a conferência contou ainda com a participação do Professor Daniel Sampaio e dos responsáveis pelo referido projecto. No mesmo dia foi ainda lançado um Manual de Boas Práticas para profissionais de Intervenção Precoce e investigadores, assim como uma brochura de fácil leitura para as famílias e o público em geral. A Intervenção Precoce é um assunto que tem estado na ordem do dia, devido às políticas de integração de crianças com necessidades educativas especiais nas escolas públicas e a suspensão dos apoios para um acompanhamento precoce das crianças, de modo a evitar o agravamento das patologias diagnosticas. O projecto foi promovido pela Cooperativa Torreguia, numa parceria com a Cercizimbra, a Fundação Calouste Gulbenkian, a Câmara Municipal de Sesimbra e o Rotary Club de Sesimbra.


Faça download de

Brochura para famílias: “Os nossos filhos são… diferentes – Como podem os pais lidar com uma criança com deficiência” AQUI

Brochura para técnicos: “E quando atendemos crianças… diferentes” AQUI

Fonte: Crianças a torto e a Direitos